Economia, Opinião, Política

Atenção: as bases para o governo e o contra-governo estão dadas.

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O Brasil começou a se livrar ontem do maior golpe político que já foi aplicado no povo brasileiro – o estelionato eleitoral aplicado pelo PT, após a maquiagem das contas públicas no uso de pedaladas de mais de R$ 50 bilhões de reais.

O discurso de Dilma, neste primeiro dia do resto de nossas vidas, veio mais uma vez fazer doer os ouvidos com tantas mentiras. Mas mentiras estratégicas, dirigidas a militância, não soltas ao vento. Mentiras estudadas para fortalecer o discurso de “golpe” e de ser uma vítima. Pobre Dilma, a “dor da injustiça”, a “dor da traição”, assim ela constrói a pantomima da vítima, sempre perseguida. Diz que será um “governo sem voto”, advindo de um “impeachment fraudulento” quando na verdade Temer foi eleito e reeleito junto com ela. Mente que a culpa da crise econômica é da oposição, continua mentindo que não houve crime, distorce a realidade como sempre fez, para confundir, para manipular. O discurso é detestável, mas é perfeito para o público que ainda simpatiza com o PT. Mas também é dirigido a todos os brasileiros que não tem uma opinião completamente informada e que estão assustados com toda a crise, brasileiros que carecem de entendimento econômico ou que depositam muitas expectativas no novo governo, podendo se decepcionar facilmente com a inexistência de “soluções mágicas e ciras milagrosas”.

O discurso tem duas funções e é dirigido para dois públicos distintos. Em primeiro lugar ele pretende conclamar os movimentos sociais dependente$ do PT para a rua, na resistência “contra o golpe”, ao mesmo tempo em que diz que Temer terá “vontade de reprimir os movimentos sociais”. Insufla o conflito.  Em segundo lugar ele dá início ao “governo paralelo” de Lula e Dilma.  Prepara o discurso que dará a tônica da oposição que farão, de que o Governo Temer trará o agravamento da crise econômica, com cortes no Prouni, com cortes nos programas sociais, com maior desemprego e inflação. Quem entende de economia sabe que antes de melhorar ainda vai piorar muito. E o PT conta com isto e tentará por esta responsabilidade nas costas do novo governo, para tentar voltar perdoado em 2018.

Nossa responsabilidade como formadores de opinião, jornalistas e ativistas digitais é manter as pessoas informadas o o melhor possível para que ninguém caia neste canto da sereia. Quanto mais rápido e incisivo Temer for para fazer as reformas que o Brasil precisa, melhor e mais rápido serão os efeitos econômicos de suas decisões. Temer e sua equipe têm um lapso temporal de até 180 dias para isto. Nós continuaremos de olhos, fiscalizando, e voltaremos às ruas sempre que preciso. O que começou em junho de 2013 não se encerra aqui, apenas começou.

 

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