Vereadora Fernanda Barth reforça apoio ao Movimento RS-118 Sem Pedágio

A parlamentar articulou encontro entre Movimento e Granpal

Nesta sexta-feira (27/8), a vereadora da Capital Fernanda Barth (PRTB) acompanhou representantes do Movimento RS-118 Sem Pedágio durante encontro com o Diretor Executivo da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal), Marcello Beltrand. Na oportunidade, solicitaram apoio na mobilização contrária à instalação de uma praça de pedágio na referida rodovia estadual. Também ficou definido um novo encontro com a Granpal e demais lideranças para apresentação do impacto econômico entre outros prejuízos dessa medida.

Em sua fala, Fernanda destacou a enorme preocupação com o tema e a necessidade do envolvimento de todas as entidades e da população. “Ninguém é contra a concessão, mas à localização que o governo do Estado apontou para esse pedágio. A mobilidade é fundamental para o desenvolvimento econômico e social das nossas cidades, mas a população e o setor produtivo não podem ser prejudicados. Sabemos que há unanimidade no posicionamento das ACIs, há consenso das Câmaras Municipais e a população também é contra esse pedágio”, apontou.

O Coordenador do Movimento, Darcy Zottis, esclareceu que “somos favoráveis à concessão de rodovias, mas não concordamos com a instalação de pedágios em áreas urbanas ou metropolitanas, como é o caso. O único objetivo de um pedágio urbano é arrecadar. Essa praça vai ampliar o grave problema social, por exemplo, de Alvorada e Viamão, que estão entre os 10 PIBs per capita mais baixos do RS. Estima-se que 50 mil moradores de Alvorada e 90 mil de Viamão se deslocam diariamente a trabalho para municípios vizinhos. Com o pedágio, todos serão prejudicados também”.

O Vice-Presidente da Federasul e da Associação Comercial de Cachoeirinha, André Campos, também lembrou que o trecho duplicado já envolveu R$ 400 milhões de recursos públicos. “É injusto penalizar toda a região com a instalação de uma praça por 30 anos e para a duplicação de apenas 16 km. A duplicação é importante, mas não a este custo. Chegamos ao ponto de abrir mão dessa duplicação, pois um pedágio inibirá investimentos, aumentando custos para todos e também forçará empresas instaladas a migrarem para locais sem pedágio”. O Movimento RS-118 é formado pelo setor produtivo, população e lideranças políticas e sociais da Região Metropolitana.

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